sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Tipos de Colónias: Povoamento, Exploração e Protectorado

Introdução

Com a entrada dos Europeus na América, dois processos de colonização foram desencadeados. O primeiro foi chamado de ‘colónia’, onde o objectivo era desenvolver a terra com habitação, criando formas de comércio e ampliando as estruturas básicas da colónia (criação de escolas, hospitais, etc.). O segundo caso são as ‘colónias de exploração’, nas quais a metrópole tem como interesse apenas explorar os recursos naturais da colónia para enriquecer e levar todo lucro a seu país de origem. Neste caso não há preocupação com a terra colonizada. Entretanto neste trabalho irá falar-se dos tipos de Colónias de Povoamento de exploração e protectoras.


Índice
Introdução
Tipos de Colónias de Povoamento de exploração e protectoras
Colónia do Povoamento
Colónias de exploração
Protectorados
Conclusão
Bibliografia

Tipos de Colónias de Povoamento de exploração e protectoras
As colónias de povoamento correspondem àquelas que se desenvolveram nas áreas temperadas da América, melhor exemplificadas com as colónias inglesas da América do Norte, especialmente a Nova Inglaterra.
A África, sendo um continente com uma grande variedade bioclimática, de recursos pedologicos, hidrográficos, e outros, foi conquistada em muitos casos, com objectivo diferentes, de acordo com as características de cada região, primapro que também esteve subjacente ao processo de patilha.
Colónia do Povoamento
De acordo com o próprio nome, são colónias que tinham por objectivo serem povoados com populações coloniais, vinda da metrópole umas das formas de reservar os problemas da exploração demográfica que se iniciou na Europa no século XVIII, ao mesmo tempo que serviria para desenvolver em África varias actividades a nível político administrativos económico e cultural.
Os colonialistas estalaram-se preferencialmente nas zonas com climas temperados que se encontram nos extremos norte e sul de África por serem semelhantes aos da Europa. A partir desses extremos a concentração das colónias iam diminuindo ora para sul, ora para norte. De seguida a preferência era para as planícies costeiras, e vales fortes por serem zonas mais acessíveis.
Ao mesmo tempo, os africanos foram afastados para zonas mais férteis e sem acesso ao capitais, aos mercados, à educação de nível europeia e ainda obrigados a procurar emprego nas cidades e nas fazendas desses mesmos europeus para suportar os impostos.
Estima-se que, até meados da década 1950, viviam em África mais de 5 milhões de colonos de acedência europeia que consideravam África é o seu continente. Estes porem, era uma minoria em relação ao total da população africana, que rondaria cerca de 240 milhões de indivíduos.
Os exemplos típicos de colónias de povoamento foram à Argélia Francesa e África de Sul Britânica, em especial da cidade de cabo. Não se podem desprezar as colónias as colónias da Rodezia do sul (Zimbabwe), Rodezia do norte (Zambia), Congo Belga, Quenia, Morocos, Tonizia e Sul de Moçambique e Angola, no caso de Portugal.


Como vimos, a população colona era numericamente inferior em relação Africana e, por isso, um pouco por toda África, encontramos nossas colónia sociedade cosmopolitas combinando raças, línguas e regiões deferentes sendo o exemplo típico o Egipto. Mesmo sendo uma minoria. A população vinda a Europa encontrava-se em posições de superioridade em relação a maioria Africana pois a população colona tinha privilégios que lhe eram compridos pelos governos coloniais.
A maior das colónias do sul de África, a partir dos finais do século XIX houve um ritmo de povoamento acelerado em que a população indigna foi “empurrada” para zonas menos povoadas.
Em geral, os colonos monopolizam o poder político, a economia, as profissões especializadas, as direcções gerais, entre outros. No entanto todos as colónias da África Negra, em essa situação descolonizámos foi mais grave na união sul-africana, em contradições com os protectorados vizinhos da Basutolanda e da Suazilandia, onde os africanos tinham direitos e terras.
A economia europeia para maioria, regiões do mundo é anterior ao colonialismo em especial para a morte de África, através do mar mediterrâneo.
Fig. 01: As zonas de maior concentração de colonos em África.
Colónias de Exploração
Apesar de terem existido colónias de povoamento está claro para todos que o objectivo principal do colonialismo em África era explorar os seus recursos para satisfazer as crescentes indústrias e concorrência entre países captalistas, em especial aquele que nos finais dos séculos XIX, havíamos atingido a fase imperialista. A exploração dos recursos africanos deu-se em todo tipo de colónias fossem elas de administração directa, indirecta ou mista.


Em África foram dados concessões de vastos territórios as companhias privadas como forma de atrair capitais. Em muitos de governos europeus na aquisição e na administração das colónias apesar de serem em povos especuladores.
As companhias tiveram maior imposto nas colónias Britânicas e Alemães, sem ignorar Portugal, que-as introduziu sobretudo no Norte e Centro de Moçambique.
Várias foram as companhas que estiveram presentes em África:
  • A companhia do Niger; 
  • A companhia Britanica da África do sul; 
  • A companhia imperial Britânica da África Oriental; 
  • A companhia alemã do sudeste africano e da África oriental em Moçambique; 
  • As companhas do Niassa, do Zambeze e de Moçambique.
Fig. 02: Companhias que estiveram presentes em Moçambique
Protectorados
Os protectorados foram um tipo de colónia cuja extinção corresponde a um determinado reino pré-existente, no país colonizado metrópole, o país ou conquista conservou os limites territoriais e soberania da classe divergente, isto, por suavizar-se declararam seus vassalos. O reino de Buganda é um exemplo típico de protectorados, apesar de terem investidos varias outros exemplos um pouco por todo continente.
Figura 03: Os protectorados

Os protectorados, os governos coloniais proporcionavam a segurança necessária para explorar recursos minerais, pedólogicos, hidrológicos, bioclimáticos. Daí a existência de companhias majestáticas e a construção de varias infra-estruturas, como ferrovias, rodovias e portos, com o objectivo principal escoar os produtos de exportação para mercados mundiais e de receber os produtos manufacturados vindos da metrópole.

Conclusão
Terminado trabalho, concluiu-se que os dois tipos de colonização explicam as diferenças que se apresentarão posteriormente: a colónia não prosperou, ao contrário da Nova Inglaterra, que foi o embrião do desenvolvimento norte-americano. Portanto, é o sentido da colonização, essencialmente de exploração, o grande responsável pelos problemas do atraso que ainda hoje marcam o nosso país, e não outros factores, como clima, raça, miscigenação ou religião, carentes de base histórico-científica.
Constatou-se também que Em África foram dados concessões de vastos territórios as companhias privadas como forma de atrair capitais. Em muitos de governos europeus na aquisição e na administração das colónias apesar de serem em povos especuladores.

Bibliografia
  • NHAMPURO, Telesfero, CUMBE, Graça, História 11ª classe, Plural Editores, Maputo, 2016 
  • www.estudamoz.blogspot.com

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