segunda-feira, 13 de maio de 2019

Guebuza disse que não tinha que dar justificações dos seus actos "Eu fiz porque achei necessario, e o pais precisava"



No CC, as organizações sociais da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, depositaram «total confiança e apoio incondicional a Filipe Jacinto Nyusi» como candidato a sua própria sucessão, nas eleições presidenciais de 15 de outubro.



Reunidos em Maputo, na III Sessão Ordinária do Comité Central da Frelimo as três organizações sociais, Organização da Juventude Moçambicana (OJM), Organização da Mulher Moçambicana (OMM) e a Associação dos Combatentes de Luta de Libertação Nacional (ACLLN), disseram nas suas mensagens honrosas que Filipe Nyusi, atual Presidente da Republica e do partido no poder, «é o homem certo para garantir uma vitória esmagadora nas eleições que se avizinham».

A secretetára-geral da OMM, descreveu Filipe Nyusi, como «o salvador dos moçambicanos devido a sua perseverança e empenho na busca de uma paz efectiva e duradoura em Moçambique.

Maria Niquice, deu exemplo com deslocações frequentes de Filipe Nyusi a serra de Gorongosa para encontros com malogrado Afonso Dlhakama na busca duma paz efectiva para os Moçambicanos.

«Reafirmamos aqui e agora o nosso total apoio e incondicional, à decisão do XI Congresso da Frelimo que proclamou o camarada Filipe Jacinto Nyusi como candidato da Frelimo para as eleições de 15 de outubro», frisou a líder das mulheres filiadas ao partido do batuque e maçaroca.


A ACLLN e a OJM também saudaram os esforços de Filipe Nyusi, na luta por uma paz efectiva para o país, bem como os esforços para acabar, de vez, com os ataques que as algumas populações tem sido alvo em regiões do norte do país.




O secretário-geral da ACLLN, Fernando Faustino, aproveitou a ocasião para apelar aos membros desta formação política a respeitarem as directrizes do partido e uma maior coesão e obediência interna, rumo a vitória das próximas eleições presidenciais. 

Segundo informações pelo jornal Savana, o grande "elefante do momento", Armando Guebuza, que é considerado como “a cabeça do polvo” no esquema das dívidas ilegais, também pediu a palavra para também apelar à unidade sugerindo que o assunto das dívidas afecta a unidade nacional. 

Só que numa tirada que segundo o Savana revoltou alguns dos seus velhos companheiros, Guebuza argumentou que o seu cargo à frente dos destinos da nação derivava de eleição popular e que não tinha que dar justificações dos seus actos. 




Segundo savana, tentando passar da defesa ao ataque, Guebuza, falou em ambiente de “caça às bruxas”. Segundo o jornal, testemunhas do evento disseram que, era um Guebuza manifestamente derrotado. Falou, mas ninguém aplaudiu.

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