segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Joel Williams é o Nhimpine Chissano "So que Fez operacao plastica isso explica todo dinheiro que ele tem" Segundo Internautas


Para quem nao conheceu Nhimpine Chissano, abaixo irei deixar citado trechos sobre ele: 


O empresário moçambicano, Nyimpine Chissano, em 2007, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Tentativas de o deslocar à vizinha África do Sul não resultaram porque a morte rapidamente o abraçou, deixando enlutados os seus ente queridos.
Nyimpine é filho do ex-estadista moçambicano, Joaquim Chissano, e marido da conceituada actriz Cândida Bila.
Sabe-se, no entanto, que os pais do malogrado não se encontram no país, mas já estão informados sobre o incidente.
Mais informações, nos próximos tempos.
Olívia Massango
Mais sobre Nyimpine Chissano
Nyimpine Chissano, de 37 anos de idade, perdeu a vida na madrugada desta segunda feira (19.11), na sua residência – cidade de Maputo. Nascido na Tanzânia, durante a guerrilha que a FRELIMO moveu contra o regime colonial português, o primeiro filho de Joaquim e Marcelina Chissano foi baptizado em homenagem a esses tempos, com um nome que na língua changana, a etnia do pai, significa "na guerra".
Depois de uma infância normal, o alegado mau feitio de Nhympine começou a manifestar-se logo no início da vida adulta, com notícias menos edificantes a seu respeito, como é o caso de ter sido acusado de partir uma máquina de escrever numa esquadra da capital do país, após uma discussão com a polícia, alegadamente, devido a um problema de trânsito.
Pouco se sabe de Nyimpine Chissano, a não ser que frequentou cursos académicos nos Estados Unidos e que vai no segundo casamento, agora com a actriz Cândida Bila.
São notórios os empreendimentos do primeiro filho de Joaquim Chissano. Entre 1997 a 2000 o jovem Nyimpine apareceu com o seu irmão N’nite, pelo menos em cerca de dez registos empresariais.
No dia 22 de Setembro de 1997 Nyimpine Joaquim Chissano juntou-se a Július Bernardo Seffgu e constituíram a “DAJULE Trading Company, Limitada”. Esta empresa dedica-se ao transporte de passageiros e carga, no âmbito nacional e internacional; venda de veículos automóveis, ligeiros e pesados, novos ou usados.
No mesmo ano, o primogénito de Joaquim Chissano, juntou-se a dois dos três filhos de Eduardo Mondlane, Nyeleti Brook Mondlane e Eduardo Chivambo Mondlane Júnior e a Pedro Jeremias Manjate, formando a “M.M. Trading, Limitada”.
Nyimpine não parou por aqui. É sócio de Maria Nhaguinome João e Omaia Salimo na “Ponta Tripla, Limitada”, que tem como objecto social “participações financeiras em outras sociedades e outros afins. Na “Tarpon Serviços, Limitada”, outra empresa, Nyimpine faz parelha com Dato Tan Teong Hean, uma sociedade que se dedica na “prestação de serviços em áreas como investimentos, gestão técnica, económica, financeira, contabilidade, informática e de apoio de empresas, etc”.
Nyimpine é também sócio da ex-esposa, a jamaicana Kai Crooks Chissano no “Rovuma International, Limitada”, empresa que tem como objecto social o comércio interno e internacional de bens e serviços, agenciamento e comissionamento.
Na “GMI-Motores, Limitada”, Nyimpine tem como sócios entidades como a “Sotux”, e figuras como Gerald James Wingles, Florência José Infante e José Marcelino Zacarias.
O PAÍS - 19.11.2007
lido na altura pelo director da RDP em Lisboa - David Borges
FUTEBOL
O ÁRBITRO PAULÃO
E AS REGRAS DO JOGO
«JUDEX DAMNATUR QUUM NOCEM ABSOLVITUR»
(É CONDENADO O JUIZ QUANDO O CRIMINOSO É ABSOLVIDO)
IN MEMORIAM do ASSASSINADO
JORNALISTA CARLOS CARDOSO
Num particular jogo de Futebol um particular árbitro de primeiro nome, Paulão, teve uma tarefa árdua e difícil, em manter a disciplina no campo. O «match» foi entre a equipa dos Diabólicos, equipados a rigor de negro e roxo, obviamente, contra os Cinzentos com o símbolo da espada e da balança na camisola. Estes últimos são jogadores cautelosos por natureza.
A táctica dos Diabólicos foi entrar duro a «matar». Cinco de seus jogadores tiveram logo no início, cartões amarelos e um sexto foi expulso, com vermelho directo, por ter saído do relvado e agredido violentamente um espectador atento que protestava contra as regras do jogo.
De uma arrogância inaudita, o expulsado, abaixa os calções em sinal de protesto e o público assobiou em conformidade... O «desinfeliz» espectador foi levado em estado crítico para o Hospital. Levou uma cabeçada na testa e ficou incapacitado de protestar mais. O futebolista expulso é escoltado pela polícia para a sua protecção, não fosse o público «trucidá-lo», pelo acto bárbaro anti-desportivo.
Há inquietação no banco técnico dos Diabólicos. Os Cinzentos, pouco a pouco se impunham nas jogadas. O árbitro Paulão, às vezes calmo, às vezes impaciente e nervoso consultava o relógio. O tempo teimava em não passar rápido. O árbitro Paulão queria ver terminado este jogo de triste memória, o mais rápido possível. Mas o danado do tempo – relógio não colaborava…
…Com uma entrada de leão no início, a equipa dos Diabólicos, afrouxa o ímpeto. Entre si as jogadas sincronizadas pelo treinador e pela direcção do clube, falhavam. Entrada de leão, saída de pintos, mas pintos de abutres que um dia crescem e voam, se o diabo, senhor deles, quiser, e ajudar.
No lacónico e final relatório emitido, ficou registado que o árbitro Paulão, foi um bom juiz respeitador das regras do jogo… Lamentando apenas... o espectador agredido… nada mais de novo, havia a assinalar. Tudo voltaria aos «conformes» no reino do Futebol…

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